Visitante nº

sábado, 31 de julho de 2010

BOTECO DO FERREIRO CAFÉ

Boteco do Ferreira Café


Estou de malas prontas, o boteco do Ferreiro bem parece com os bares de Buenos Aires: um bom vinho, um bom chopp.


Hoje fui ao Boteco do Ferreiro Café e escrevi um poema:


BOTECO DO FERREIRO CAFÉ


No boteco do Ferreiro Café,


A vida corre mais relaxada!


Um bom vinho!


Que tal um chopp?


Grita o gentleman Luís.


A moça bonita passa,


Exalando o seu perfume francês.


Sem querer,


A gente torna-se freguês.


Um conversa aqui,


Outro papo acolá,


Conversa de boteco


É mais proveitosa!


Chega o poeta;


O funcionário público;


Vem o empresário;


Em riso, o poítico;


Não se pode olvidar o povo.


E a moça bonita?


Enriquece o ambiente!


A vida torna-se diferente...


Pra que pressa de chegar...


A conversa varre a madrugada.


O boteco do Ferreiro Café


Que chamego!


Que cafuné!


Tudo vai longamente,


A noite criança


Brinca madrugada.


Ao se olhar o relógio,


Raiou o amanhecer, nova jornada.



Fênix-fogo


Quatro horas da manhã, um galo canta num lugar qualquer. No céu, a estrela Dalva, grande inspiradora dos poetas, registra sua presen;ca no firmamento. Tenho que viajar mais uma vez a Buenos Aires. Tomara que não haja turbulência no voo, é quase utopia a nâo existência da mesma.
Onde se encontra o cantor cearense Belchior? E aquela letra da música que dizia: "fOI COM MEDO DE AVIÃO QUE EU SEGUREI PELA PRIMEIRA VEZ EM SUA MÃO."
Na copa de 1998, na França, o Brasil, naquele tempo, também fracassou. Viajei a Paris. Nossa turma não conseguiu assistir nenhum jogo ao vivo, não conseguimos ingressos. Na hora turbulência, lembrei do cantor cearense, ao meu lado uma mulher que não possuía mãos.
Voltamos ao Brasil sem lenço, com o documento passaporte perguntando: quando vai voltar? Não mais retornei à França. Tenho que mudar de assunto. Que bom! Chegou a inspiração de um poema:

A RUA SOL

A rua Sol habita o vento.
De quando em tempo,
Voa uma folhinha de papel.
Um menino barriga de verme
Brinca de esconde-esconde.
A rua Sol foi recanto de prostituta,
A lua sempre fazia clarão,
A estrela brihava na terra
Não mais que a do céu.
Do alto, descia o firmamento.
A rua Sol foi de movimento,
Foi de contentamento.
Pobre rua,
Encontra-se só.
Tão sozinha, tão solitária.
Um pássaro voando,
Carecendo duma galha,
Pra fazer um pouso.
A rua Sol, moço,
É a rua da nossa vida,
Uma lágrima escondida,
No mar, um barco sozinho,
Um passarinho voando
Em busca de abrigo, ninho.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

DÉDA E JOÃO NA PROCISSÃO

Hoje dia 26 julho de 2010, tempo de eleição em Sergipe e no Brasil, vai haver a procissão da padroeira da cidade de Simão Dias-SE, Nossa Senhora S'Antana. O cortejo começa 'as 4 horas da tarde.
O povo e sua fé a gritar:
"SALVE , SALVE SENHORA SANTANA,
PADROEIRA DE SIMÃO DIAS (...)
O político, alheio a fé de um povo, seguirá o grande cortejo atrás da Santa.
Na primeira fileira, o governador de Sergipe, Marcelo Déda Chagas, com os seus aliados: Senador Valadares, Jackson Barreto, Amorim, o prefeito de Simão Dias, primo do governador, Denisson Déda.
Em outro flanco: O ex-governador de Sergipe, Albano Franco, Míriam Ribeiro, o homem das bandas - empresário Fabiano Oliveira.
Noutra fileira, ex-governador de Sergipe, Dr. João Alves, com ele: Pedrinho Valadares, o deputado Federal José Carlos Machado , o também deputado Federal Mendonça Prado.
Déda e João são candidatos a governador de Sergipe. Amorim, Valadares, Albano e Zé Carlos Machado são canditados a senador. Dos quatro, sobrarão dois. Quem souber , por favor avisar!
É a hora e vez do povo dá o troco. Prometeu e não cumpriu. Voto não tem.
Ou Déda ou João será o governador.
A eleição não está definida.
E o povo continua:
"Salve, Salve Senhora Santana"
Será que político vai pro céu?
A procissão vai continuar e o político esquecido da Santa, vê no poder o céu.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

E TU, IDIOTA!


É preciso viver mais intensamente. Tudo é fugaz. Fizemos este poema E TU, IDIOTA!


A vida corre no fio,
No rio vermelho,
No relógio tic-tac...
A qualquer instante
Um grito, um ataque,
Uma enxurrada de lamento,
Um frio vento
Bate à porta.
Um corpo estendido,
Vida, vida, ó vida,
Metamorfose morta!
E tu, idiota,
Esqueces de viver,
Ver o sol nascer,
O fim-de-tarde,
O arrebol,
Uma criança a brincar,
Corre a bola, futebol.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

E AGORA, DÉDA?

Belivaldo Chagas - Secretário de Educação de Sergipe e Marcelo Déda Chagas - Governador

Várias cidades do interior de Sergipe tiveram Cinemas: Itabaiana, Simão Dias, Lagarto, Estância, Frei Paulo. Em Simão Dias-SE, terra do governador de Sergipe, Marcelo Déda Chagas, havia dois cinemas: O cine Teatro Ypiranga e o Brasil. O Ypiranga era o proprietário seu Pierre Freitas, já falecido, pai da ex-secretaria de Educação de Simão Dias, dona Virgilinha Andrade. O cine Brasil cujo dono Antônio Borges. O filme poderia não prestar , mas homem sempre dizia que era do arromba.
Às quatro horas da tarde, aos domingos, lá vinha o seu Antônio Borges com uma lanterna acesa, perguntando:
- Quem foi o fio do cabrunco que gritou!
A grita era geral dos meninos de minha infância. Ninguém acusava ninguém. O velho Antônio tinha pavor de gritos.
Os dois proprietários já se encontram no cemitério São João Batista na praça de São João em Simão Dias.
O menino, de ontem, Marcelo Déda também ia para o cinema. Hoje, o cabra é pai de cinco filhos, de cabelos brancos, pertencente ao clube dos coroas de 50 anos. Déda morava na mesma rua Coité, rua de mais de trinta e cinco viúvas. É isso mesmo lá os homens morrem primeiro. A rua do Coité, está dividada parte é Getúlio Vargas e outro flanco é governador Sebastião Celso de Carvalho, mas para a velha guarda , que tomava banho no Chora-menino, a rua continua do Coité.
Em nome da modernidade, assassinam as construções antigas, vê lá a velha prefeitura, o fórum, o mercado da carne, que tinha o nome de talho. Construção do avô de Déda, Carvalho Déda, lá em 1934.
Triste fim: O cine Ypiranga foi demolido. O cine Brasil, o prédio ainda continua, cujo proprietário é Elizevaldo.
O governador Marcelo Déda , juntamente com o secretário de Educação, Belivaldo Chagas, ambos bem poderiam dar uma boa notícia a gente capa-bode de minha terra, desapropriando o prédio do cine Brasil e transformando-o em Teatro e Cinema Zeca Déda.
Zeca Déda, avô do governador, era um homem voltado para a cultura. Escreveu livros, possuía o jornal a Semana. A homenagem não é subserviência, puxa-saquismo, é dar valor a quem possui.

Ainda há tempo. A ideia está lançada e agora, DÉDA?

ELIZA SAMUDIO - COISA DO DESTINO

ELIZA SAMUDIO NA GRAVIDEZ

No mês de outubro do ano passado, a modelo Eliza Samudio pediu a punição do goleiro Bruno do Flamengo no terceiro Juizado de Violência Doméstica do Rio de Janeiro, cuja juíza é a doutora Ana Paula Delduque de Freitas. A alegação de Eliza é que ela tinha sofrido agressão por parte de Bruno. O pedido formulado fora negado.

A Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM) ligada à Presidência da República emitiu nota lamentando a não aplicação da Lei Maria da Penha:
" É triste constatar a não aplicação desta Lei por parte de seus operadores, uma vez que foi criada especificamente para proteger as mulheres da violência doméstica."
Há uma pergunta no ar: A morte de Eliza poderia ser evitada? Será que estava escrito no livro do Destino que Eliza veio ao mundo para se assassinada?
Indaga-se ainda, porque alguns seres humanos morrem cedo e outros tarde?

Possui a resposta?

quinta-feira, 8 de julho de 2010

MORTE DO GOLEIRO BRUNO DO FLAMENGO



Ninguém pode negar que Bruno Fernandes das Dores de Souza é um bom goleiro do Flamengo. Ele nascido em Minas Gerais no dia 23 dezembro de 1984, deve completar 26 anos no período natalino.
O bom goleiro é doravante um morto-vivo, a carreira vai para o beleléu. Quem não se lembra do cantor Lindomar Castilho, grande sucesso, depois que assassinou a sua esposa, o cabra se arrombou! A palavra é esta mesma, para que eufemismo. Igual destino está reservado para o Bruno das Dores. Os patrocinadores já estão rescindindo o contrato. A boa imagem do patrocinador dever ser preservada.
Pobre Elisa Samudio! Desaparecida desde o dia 4 de junho. O menor, em seu depoimento, disse que o corpo de Elisa fora jogado aos cães.
O bom goleiro, agora é pichado como assassino. Bruno que tem o nome das Dores. É o causador da raiva, da ira, da decepção e da revolta. Mas não deve ser julgado precipitadamente, sob pena de injustiça. Cautela não faz mal a ninguém.
Antes de morrer, Elisa deu uma entrevista, encontra-se na internet, que fora torturada por Bruno. O homem queria que a estudante abortasse o filho que ia nascer. A criança nasceu. Briga judicial. A Justiça, como sempre, morosa.
Outra briga, quem vai ficar com a criança. O avó ou a avô da modelo Elisa. São divorciados.
Em alguns muros de Minas Gerais e do Rio de Janeiro: BRUNO ASSASSINO.
A vida de Elisa Samudio foi ceifada. A carreira de Bruno também morre. O filho do casal crescerá com problema. Superar o trauma , com a palavra os psiquiatras e psicólogos.
E a criançada do faz-de-conta que nas peladas de futebol, quando no gol, dizia:
- Eu sou o Bruno.
Já não pode dizer.
Ninguém pode matar ninguém. A vida é um dom de Deus.
Pela opinião pública, Bruno já está condenado!
Bruno é inocente ou culpado? Julgar não é fácil. É preciso apurar mais e mais. O leva crer, o indício não é verdade real.
Osvaldo Abreu é torcedor do Fluminense.