Visitante nº
quinta-feira, 8 de março de 2012
MULHER DE VERDADE
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
BAHIA SEM CARNAVAL

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
CORNO DE MULHER
- Cuidado! Mulher com cara de santa, esconde o perfil da puta.
Todos os domingos Maria da Assunção estava presente na Igreja Nossa Senhora do Amparo.
Amizade demais é coisa que não dá certo...
Dona Judite, sua mãe, José, lhe alertava:
- Homem de Deus, sua mulher tem uma amizade exagerada com a cabeleireira Dulcinha.
- Mãe, é coisa de mulher. Uma mulher tem que ter outra pra desabafar.
Maria da Assunção casou-se virgem. Seu primeiro homem foi José. Primeiro e último.
Desde criança Maria nunca teve simpatia por meninos. Achavam violentos e indelicados. Admirava e gostava de brincar com as amiguinhas. Nada de boneca, mas no faz-de-conta de marido e mulher.
Maria de Assunção fora uma menina reservada.
Em verdade, o casamento foi realizado a contragosto de Maria Assunção, o pai queria, porque queria que sua única filha casasse com o filho do fazendeiro Sérgio Alencar.
No dia do casamento, Seu Severino, pai de Maria; dona Odete, mãe da noiva , estavam bem felizes, Maria estava de alma triste , mas estampava no semblante alegria.
O primeiro dia íntimo de Maria foi um estupro. Ela não queria no dia do casamento fazer amor, transar na linguagem masculina.
Dois anos de casada, sufoco e agonia.
O que Maria não podia imaginar que naquela tarde de domingo, José retornava às quatro horas da fazenda. Costume era sempre às 18 horas.
Que dor! Que aflição, José, assistir sua amada entre beijos e abraços com outra mulher. Dói muito. Na agonia, nem observou o corpo bonito da cabeleireira. O desejo era matar as duas. Foi para a reflexão, não valia a pena. Matava ia para penitenciária, perdia muitos anos na cadeia.
José e Maria divorciaram. José manteve o segredo, jamais ia dizer que perdeu sua mulher pra outra mulher. Tinha medo de contar o que ocorrera. Afinal, poderia ouvir de Zequinha:
- Corno de homem ainda vai, mas chifrado por uma mulher é de se matar.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
LAMPIÃO DA BONITA MARIA DO CAPITÃO

quinta-feira, 24 de novembro de 2011
LAMPIÃO E O SUCESSO
São vários livros sobre o cangaço que eu já li. Do paulista Amauri, do pernambucano Frederico, do baiano Juarez Conrado, do sergipano Alcindo Costa, do americano Billy Jaynes Clandler e do sociólogo Rui Facó, há outros livros que para não alongar o texto, peço desculpas aos autores em não citá-los.
Dos livros lidos, vale destacá-los o CANGACEIROS E FANÁTICOS DE RUI FACÓ E LAMPIÃO, O REI DOS CANGACEIROS DE BILLY JAYNES CLANDLER. O sociólogo Rui Facó faz uma análise sociológica dos cangaceiros e de Lampião - Virgulino Ferreira da Silva.
O americano Billy Jaynes Clandler entrevistou cangaceiros e pessoas que viveram na época de Lampião. Analisando de forma imparcial o fenômeno cangaço.
Os dois autores são imparciais. No tocante, inúmeros escritores do cangaço são vistos com parcialidade.
Lampião fora assassinado em 1938 na grota do Angico, município de Poço Redondo, interior de Sergipe, pela volante das Alagoas, sob o comando do sargento João Bezerra, que depois tornou-se coronel.
Todos os livros de Lampião fazem sucesso.
Hoje, em Aracaju, às 18 horas, na livraria Escariz - Shopping Jardins, o juiz aposentado Dr. Pedro Moraes lançará o livro Lampião, O MATA SETE.
O Dr. Pedro Moraes foi por muito tempo juiz na cidade de Umbaúba-SE. Magistrado dotado de imparcialidade. No que se refere ao escritor, não podemos assim dizer, na entrevista da TV SERGIPE, já chama o rei do cangaço - Lampião - de canalha.
Uma coisa é bem certa: para uns Lampião é bandido; para outros herói. A unanimidade é burrice.
Zefinha, uma moça encalhada, se fosse livro de Lampião, arranjaria um casamento, pois os livros de Virgulino Ferreira da Silva não ficam encalhados na prateleira duma livraria.
LAMPIÃO SEMPRE SERÁ SUCESSO.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
AS CACHORRAS DE ARACAJU

quarta-feira, 16 de novembro de 2011
ADEUS, MINISTÉRIO DO TRABALHO
Ministro do Trabalho e Emprego - Carlos LupiCom a presidente Dilma não basta ser honesto, é mister a demonstração. Na política da presidente Dilma, não vale a dúvida e nem o princípio jurídico : " ATÉ PROVA EM CONTRÁRIO, O SUJEITO É INOCENTE."
O ministro Carlos Lupi cairá. A solidariedade partidária do PDT em prol do ministro, para Dilma Roussef tem pouca valia.
O melhor mesmo, é Carlos Lupi de mansinho arrumar as malas e sair.
O ministro tem vida curta no ministério.
Quem viver, verá a queda do ministro.