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terça-feira, 19 de julho de 2011

FORA MANO MENEZES



Escrevi TRISTE FIM DA SELEÇÃO BRASILEIRA, dizendo que não acreditava na vitória da seleção . A prova maior foi no sábado, quando os jogadores brasileiros perderam os quatro gols de pênalti contra a seleção do Paraguai.

E adeus, TAÇA AMÉRICA.

O técnico deve ser mudado. Nenhum técnico brasileiro possui a garra de Murici Ramalho. O tempo de Mano Menezes chegou.

É preciso mais uma vez convidar Murici Ramalho, este sim, torna Campeão qualquer time, até o time de pelada do povoado Feirinha da Rola da cidade de Simão Dias-SE.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

TRISTE SELEÇÃO BRASILEIRA



A realidade é pedra dura, mas é preferível do que a ilusão. Esta revolta, entristece. A amada seleção brasileira foi uma tristeza, apesar da vitoria de 4 x 2 contra o Equador. Ainda bem, que não estava jogando contra a seleção argentina, senão perderia.








Entre Neymar e Ganso não havia sintonia. Em se falando em Ganzo, coisa horrível foi o goleiro Júlio Cesar, o grande Cesar de Roma ficaria envergonhado com o Cesar goleiro, recebeu dois frangos , gols marcados por Caicedo. O time do Brasil teve tudo, Ganso, frango. Ainda bem que Neymar, apesar do cabelo, parecido com o pinto pelado, marcou dois gols.








O Brasil venceu de 4 x 2, dois de Neymar e os outros de Ganso.








Nem sempre o vencedor é o melhor.








Com esta seleção, não acredito que o Brasil vencerá a Copa América. A seleção brasileira possui um bom elenco de jogadores, mas eles precisam dizer porque estão vestindo a CAMISA DO BRASIL.

terça-feira, 12 de julho de 2011

CONSELHEIRA DO MAL

Suzan fora abandonada pelo pai, quando tinha 8 anos de idade. Filha única. Sua mãe a criou, orientando-a:






"QUE HOMEM NÃO PRESTA." Na escola, Suzan via os meninos com desdém. Nunca arranjou um namorado, embora não era sapatona.






Sua melhor amiga era Sílvia. Moça elegante e bela. Silvia tinha 5 irmãos. somente ela, a filha mulher. Sentia na pele a discriminação, aos meninos tudo, para ela as coisas eram com restrição. Silvia era briguenta. Não levava desaforo para casa. Para encostar em Silvia, o cabra tinha que ser muito macho.






Suzan era moça de várias amigas. E sempre era a conselheira. Quando uma estava gostando de alguém, ela botava o mau gosto:






" Homem não presta, não dê atenção, todos tem o mesmo endereço, despreze. "






E assim elas faziam , sob a sua orientação.






O namoro de Silvia nunca deu certo. Um dos namorados chegou até a insinuar que ela era sapatona, porém gostava de homens ao seu modo.






Lindete, que tanto ouvia Suzan, se afastou dela e casou. E vive bem com o esposo.






Simone, mulher bonita e clarmosa, já ultrapassa dos trinta e cinco anos, fica lamentando, o tempo que perdeu em ouvir Suzan.






Suzan foi para o hospício.






Silvia é mãe solteira.






É preciso saber escolher a conselheira amorosa, porque quem possui trauma de infância e quem não é de sucesso, pode levar ao abismo.






segunda-feira, 27 de junho de 2011

MULHER FRIA

Marilyn Monroe


Chama-se Maria da Glória. Tivera o primeiro filho aos 18 anos. Amor sem prazer. No vai-e-vem nunca soube o que era o clímax. Igual a muitas mulheres fingia o prazer. Os homens pensando que eram sábios, eram vítimas dos gritos de Maria:
- AI, ai, ai, estou gozando.
Pobres coitados! Eram gozados.

Maria sonhava em ter prazer. Lamentava: "Meu Deus, por que isso acontece comigo?"

Fez amor à primeira vez de camisinha. Tinha medo da gravidez. Não sentiu a carne com carne. O sangue jorrou no lençol. Teve lá a sua decepção. Fez amor com Josué , um malhado da academia.
Terminado o ato, o sujeito gritou:
- Agora, você é mulher, já pode dar a quem você desejar!
Explosiva, Maria gritou:
- Filho da puta, me usa de camisinha e ainda me oferece a qualquer um.
Depois daquele dia não quis saber mais do sujeito.
Suas amigas diziam:
- Que todos homens são iguais.
Por mais de um ano, ficou só.
Ate´aparecer um segundo homem de sua vida.
Um professor de história. O cabra era meio bicha. Gostava dos dois sexos. No dia que pegou Jarbas se beijando com Diego, professor de português, teve lá a sua segunda decepção. Apesar de sempre ser tentada por Mariana, sapatona de carteirinha, nunca caiu nas cantadas de outra mulher.
O terceiro foi um viciado em crack, fazia amor, dando tapas e beliscões em Maria. Deste ele sentia prazer, todavia, não sentia o chamado clímax.
Para feri-la Marcos a chamou de fria.
Por muito tempo, achou que era fria, afinal , o prazer verdadeiro só sentia tocando em si mesmo.
O quarto homem , um advogado. O doutor Malaquias descobriu que os gritos de prazer de Maria da Glória era puro fingimento.
O profissional na área do direito, desejou dar uma surra em sua namorada. Mas assim não fez, teve medo do escândalo. Afinal, em Delegacia de Mulheres, nenhum homem tem razão, apesar de algumas mulheres pedirem para apanhar. Tara é tara. E, com o tempo se descobriu, que Maria da Glória gostava de apanhar. E prazer veraz só com pancada.
O doutor Malaquias, sem-vergonha por natureza, viu que faltava alguma coisa em Maria da Glória . Conseguiu a revelação: Se Maria conseguia o prazer por si só, o seu desejo era clitoriano.
Maria de Clitóris pequeno foi descoberta no prazer.
E a mulher, que foi chamada de fria, era a fêmea mais quente do mundo.
Prazer e desejo Maria deseja todo dia...

sexta-feira, 3 de junho de 2011

VIVER E SER FELIZ!



A cada dia a gente esquece de viver, sempre preocupado com o outro. Vivemos repletos de conceitos e preconceitos que somados nada valem, afinal, cada um viva a sua maneira, do modo que lhe apraz.








Se seu caro é um chinês chamado Kekê, sorria de seu pequeno carro, vejo-o como um Mitsubishi. A maior grandeza é ser feliz.






Fizemos um poema VIVER E SER FELIZ:






Uma rosa vermelha,



Uma mulher de batom,



Um bom vinho tinto na mesa,



Soa suave o bom vento,



Soa suave o bom tom.






Viver a cada momento,



Esquecendo o amanhã,



Aproveitar o bom tempo,



Sentir o gosto da maçã.






E se chegar o outro dia,



Lembrar que o dia anterior morreu!



Triste é viver uma velhice



Lembrando o que não viveu.



terça-feira, 31 de maio de 2011

A MULHER DO HOMEM BONZINHO

MONALISA do pintor Leonardo da VINCI.


Bartomeu era um homem apaixonado por Dicinha. Por ela era até capaz de matar ou morrer. Chamava-a de Mor e ela também assim retribuía.




Viajaram juntos para Buenos Aires. Dançaram tango, conheceram a Casa Rosada, fizeram compra na Florida, adentraram na galeria Pacífico.




E foram conhecer a Província de Tigre. Dicinha queria passear de barco, mas Bartolomeu tinha muito medo, afinal não sabia nadar. O amigo do casal, Viriato, ante a recusa de Bartolomeu, insistiu e convidou Dicinha para o passeio. Dicinha sempre fora uma mulher independente. E foi passear com o amigo. Bartolomeu para não contrariar a amada, não protestou.




Se você seu amigo Severino, este cabra macho lá da Paraíba, não ia admitir sua esposa passeando com um amigo. Dizia Severino:




- Homem que entrega a mulher de bandeja, se não é corno, corno vai ser.




Pensava ainda " Homem bonzinho com a mulher dos outros, é cabra sem-vergonha. Quer dar uma beliscadinha.




Quando Dicinha estava se beijando com o amigo Viriato, ao abrir os olhos, percebeu a presença de Januário, irmão de Bartolomeu. A safada da Dicinha enrubesceu.




Ainda tentou consertar , dizendo ao cunhado:




- Januário, não é o que você está pensando.




Januário:




- Não se preocupe, não vou falar nada!




Mas lá no recôndito d'alma dizia:




- Vou salvar meu irmão, ainda bem que está bandida não tem filhos.




Com a chegada no Brasil, a bomba estourou.




Bartolomeu ficou decepcionado. Divorciou de Dicinha. Um ano depois, Dicinha morria de AIDS.




quarta-feira, 25 de maio de 2011

A MORTE DO TOUREIRO E A VIDA DO BOI




Cada dia morre um boi na arena
E a gente sem pena
Ri de mais uma partida de um boi
E quando o toureiro foi
Para a terra dos pés juntos
Alguém lembrou de um boi defunto

Mais um boi na arena
E a pobre criança se lembra
Que ontem um negro boi caiu
E o povo riu, riu, riu
Se todos os dias morresse um toureiro
E ficasse vivo o boi
A tourada morreria
Um boi viveria
E um homem permanecia em alento
Sem a tristeza do foi.
Será se ainda vai chegar este tempo?